Quando o cansaço não passa e o seu sucesso parece uma traição à dor de quem você ama. Sabe aquele cansaço que não vai embora nem depois de um fim de semana inteiro dormindo? É uma sensação crônica de estar sempre no limite. Você segura […]
Essas palavras do filósofo Søren Kierkegaard costumam ecoar no silêncio daquela hora em que a gente deita a cabeça no travesseiro. É o momento em que a vida cobra a conta e você se pergunta: o que significa, afinal, ser eu mesmo?
Pode ser um hábito antigo, um medo que você herdou lá da infância, uma timidez que te paralisa ou só aquela sensação difusa de que a vida está passando e você não está realmente vivendo. Você está apenas sobrevivendo, à deriva, sendo empurrado pelas circunstâncias.
Por que resistimos tanto à mudança?
Como terapeuta, eu vejo isso todos os dias. Pessoas brilhantes, com uma consciência absurda de seus próprios problemas, mas que recuam para zonas de conforto cada vez menores. Padrões de comportamento que já não servem para nada, mas que parecem impossÃveis de abandonar.
Freud chamou isso de resistência. Nós lutamos para manter nossas próprias dores porque preferimos a dor familiar do que a promessa incerta de um novo caminho. Mudar implica abrir mão de quem fomos para dar espaço ao que ainda não conhecemos em nós mesmos. E isso, convenhamos, assusta.
Se você assistiu a este vÃdeo, olhou para a sua própria história e percebeu que está na hora de parar de lutar sozinho contra esses fantasmas, a porta está aberta.
💬 E antes de ir, me conta nos comentários: o que ainda te prende ao velho e o que está te chamando para o novo? Se hoje fosse o dia do salto, qual seria o seu primeiro passo?
Quando o Entender Não Basta Para Mudar o Que Prende Sua Vida no Mesmo Lugar. Você conhece a sensação de lutar contra um fantasma? Aquela exaustão crônica de compreender intelectualmente todos os seus problemas, mas não conseguir agir na prática. Você lê os livros de […]